sábado, 26 de julho de 2008

PRESENTINHOS PARA O DIA DOS PAIS! TIA ROSE

Fonte: ENSINANDO E APRENDENDO
A tia Rose sempre tem novidades para todas as datas comemorativas!



Caixinha de suco encapada com a figura do papai vira um lindo porta trecos


Uma graça esse bloquinho de anotações feito de EVA em um contorno de camisa.



Bloquinho encapado de EVA com detalhes em EVA também. Muito lindinho


Muito prática essa moldura em EVA pra você colocar um espelho no meio e os apetrechos de barbear nos furos da prateleira.



Modelinho de sapato pra dobrar. Vc pode nos furos colocar um cadarço de verdade. e depois de colado, deixando em cima aberto, coloque um par de meia dentro



Modelinho de porta-retrato feito de papel micro ondulado. Simples e fácil de fazer

Use esse molde de camisa pra base do EVA com bloquinhos

ALGUMAS ATIVIDADES PARA O DIA DOS PAIS...

Fonte: ENSINANDO E APRENDENDO
A tia Rose sempre tem novidades para todas as datas comemorativas!











































terça-feira, 15 de julho de 2008

Dia da Vovó - 26 de Julho

Dia da Vovó - comemore em grande estilo





clique nos textos e figuras, para melhor visualização.





MOLDE DO CONVITE


MATERIAIS
: canetinha, fita colorida, tesoura com ponta arredondada
Auxilie os alunos no preenchimento dele, tanto para a construção das palavras VOVÓ e VOVÔ , quando a criança tiver os dois, quanto para a escrita de seus nomes. A afetividade deve ser trabalhada do início aofim do projeto.
Por isso, peça às crianças,cujos avós já morreram, ou que não estejam por perto, que convidem os avós de alguém que conhecem. Elas tambémpodem "adotar" os avós de algum amiguinho ou funcionários d escola, ou mesmo, ser "adotadas" como netas por outros avós presentes no dia do encontro.


Sugestões de Presentes!







É hora de festejar!


No dia do evento reserve um espaço amplo para os avós e os alunos se acomodarem.

Convidem os avós para participar das músicas e das brincadeiras que antecedem o "Chá com os Avós".

Cultive momentos de emoção e, se houver crianças que toquem instrumento musical, instrua-as a pedir aos avós um minuto de atenção para fazer apresentação surpresa, que será a abertura do evento.

Durante o "Chá com os Avós", sirva os biscoitinhos feitos na oficina de Biscoitos.

OFICINA DE BISCOITOS



INGREDIENTES

4 colheres ( de sopa ) de açúcar

2 colheres ( de sopa ) de fermento

2 colheres ( de sopa ) de margarina

1 ovo inteiro

3 xícaras ( de chá ) de farinha de trigo

Meia xícara ( de chá ) de leite


Modo de preparo: misture todos os ingredientes até a massa ficar homogênea e consistente

Prepare a massa de acordo com a receita . Oriente as crianças a utilizar pequenas porções da massa para modelar os biscoitos. Explique que eles podem fazer rolinhos e uní-los em formato de círculo. Desenvolva a coordenação de todos, incentivando-os a criar novos formatos. Quando terminarem, leve os alimentos ao forno por 30 minutos, em temperatura média.

A mesa pode ser coberta com toalhas de crochê emprestadas pelas vovós. Registre o projeto desde po início, pois isso ser;a importante tanto para a avaliação do processo de desenvolvimento das crianças, quanto para o projeto político pedagógico da escola.É essencial que em outro momento, não necessariamente no mesmo dia, sejam colhidos os depoimentos de todos, crianças, avós e pais, oralmente e por escrito, sobre a impressão que tiveram do evento.


Fonte: http://prazerdeensinar2.blogspot.com/

http://eternoeperfeitoamor1.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de julho de 2008

20 DE JULHO DIA DO AMIGO...



O dia do amigo foi adotado em Buenos Aires, Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo. Foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro". No Brasil, o dia 20 de Julho também foi adotado como sendo o dia do Amigo.

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo , é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_amigo




Projeto: Dia do amigo

Objetivo Geral:
· Reconhecer a importância de ter e ser um bom amigo.

Objetivos Específicos:
· Estimular a criança a uma socialização;
· Trabalhar a escrita e a criatividade;
· Desenvolver a afetividade.


Conteúdo:
· Expressando amizade através da arte;

Metodologia:
·Dividir a sala em equipe de até 6 componentes.
· Distribuir papel madeira para cada equipe.
·Peça que cada aluno crie e escreva um poema dedicado ao amigo, e ilutre-o da maneira que preferir.
·Ápos a elaboração dos poemas , realize uma exposição dos cartazes, utilizando músicas que abordem o tema e confeccione lembrancinhas para serem distribuídas durante a visitação à exposição, como marcadores de livros.

Avaliação:
· Avaliar a escrita, a leitura, a criatividade e também a socialização de cada criança do grupo.

Recursos
· Lápis de cor
· Folha de sulfite A4
· Papel madeira



.


Amigo em diversas línguas:

♥♥♥
Inglês: Friend
Holandês: vriend
Francês: Ami
Alemão: Freund
Grego: φίλος
Italiano: amico
Russo: друг
Espanhol: Amigo


Amizade:

♥♥♥


Inglês: Friendship
Holandês: Vriendschap
Francês: Amitié
Alemão: Freundschaft
Grego: Φιλία
Italiano: Amicizia
Russo: Приятельство
Espanhol: Amistad



quinta-feira, 26 de junho de 2008

CARTA AOS PAIS...




Rubem Alves



Também sou pai e, portanto, compreendo. Vocês querem o melhor para o filho, para a filha. A melhor escola, os melhores professores, os melhores colegas. Vocês querem que filhos e filhas fiquem bem preparados para a vida. A vida é dura, e só sobrevivem os mais aptos. É preciso ter uma boa educação. Compreendo, portanto, que vocês tenham torcido o nariz ao saber que a escola ia adotar uma política estranha: colocar crianças deficientes nas mesmas classes das crianças normais. O seu nariz torcido disse o seguinte: “Não gostamos. Não deveria ser assim!”. O problema começa com o fato de as crianças deficientes serem fisicamente diferentes das outras, chegando mesmo, por vezes, a ter uma aparência esquisita. E isso cria, de saída, um mal-estar... digamos... estético. Para complicar, há o fato de as crianças deficientes serem mais lerdas: elas aprendem devagar. As professoras vão ser forçadas a diminuir o ritmo do programa para que elas não fiquem para trás. E isso, evidentemente, trará prejuízos para nossos filhos e nossas filhas, normais, bonitos, inteligentes. É preciso ser realista: a escola é uma maratona para se passar no vestibular. É para isso que elas existem. Quem fica para trás não entra... O certo mesmo seria ter escolas especializadas, separadas, onde os deficientes aprenderiam o que podem aprender, sem atrapalhar os outros. Se é assim que vocês pensam, eu lhes digo: tratem de mudar sua maneira de pensar rapidamente, porque, caso contrário, vocês irão colher frutos muito amargos no futuro. Porque, quer vocês queiram quer não, o tempo se encarregará de fazê-los deficientes. É possível que, na sua casa, num lugar de destaque, em meio às peças de decoração, esteja um exemplar das Escrituras Sagradas. Via de regra, a Bíblia está lá por superstição. As pessoas acreditam que Deus vai proteger. Se assim fosse, melhor que seguro de vida seria levar uma Bíblia sempre no bolso. Não sei se vocês a lêem. Deveriam. E sugiro um poema sombrio, triste e verdadeiro do livro de Eclesiastes. O autor, já velho, aconselha os moços a pensarem na velhice:

Lembra-te do Criador na tua mocidade, antes que cheguem os dias das dores e se aproximem os anos dos quais dirás: “Não tenho mais alegrias...” Antes que se escureça a luz do sol, da lua e das estrelas e voltem as nuvens depois da chuva... Antes que os guardas da casa comecem a tremer e os homens fortes a ficar curvados... Antes que as mós sejam poucas e parem de moer... Antes que a escuridão envolva os que olham pelas janelas [...]. Antes que as pessoas se levantem com o canto dos pássaros... Antes que cessem todas as canções... Então se terá medo das alturas e se terá medo de andar nos caminhos planos... Quando a amendoeira florescer com suas flores brancas, quando um simples gafanhoto ficar pesado e as alcaparras não tiverem mais gosto [...]. Antes que se rompa o fio de prata e se despedace a taça de ouro e se quebre o cântaro junto à fonte e se parta a roldana do poço e o pó volte à terra... Brumas, brumas, tudo são brumas... (Eclesiastes 12:1-8).

Os semitas eram poetas. Escreviam por meio de metáforas. Metáfora é uma palavra que sugere outra. Tudo o que está escrito nesse poema se refere a vocês, a mim, a todos. “Antes que se escureça a luz do sol...” Sim, chegará o momento em que os seus olhos não verão como viam na mocidade. Os seus braços ficarão fracos e tremerão no seu corpo curvo. As mós — seus dentes — não mais moerão por serem poucas. E a cama pela manhã, tão gostosa no tempo da mocidade, ficará incômoda. Vocês se levantarão tão cedo quanto os pássaros e terão medo de andar por não verem direito o caminho. É preciso ser prudentes porque os velhos caem com facilidade por causa de suas pernas bambas e podem quebrar a cabeça do fêmur. Pode até ser que vocês venham a precisar de uma bengala. Por acaso os moinhos pararão de moer? Não, os moinhos não param de moer. Mas vocês pararão de ouvir. Vocês estarão surdos. Seu mundo ficará cada vez mais silencioso. E conversar ficará penoso. Vocês verão que todos estão rindo. Alguém disse uma coisa engraçada. Mas vocês não ouviram. Vocês rirão, não por terem achado graça, mas para que os outros não percebam que vocês estão surdos. Vocês imaginaram uma velhice gostosa. E até compraram um sítio com piscina e árvores. Ah! Que coisa boa, os netos todos reunidos no sítio do vovô, nos fins de semana! Esqueçam. Os interesses dos netos são outros. Eles não gostam de conviver com deficientes. Eles não aprenderam a conviver com deficientes. Poderiam ter aprendido na escola, mas não aprenderam porque houve pais que protestaram contra a presença dos deficientes. A primeira tarefa da educação é ensinar as crianças a serem elas mesmas. Isso é extremamente difícil. Álvaro de Campos diz: “Sou o intervalo entre o meu desejo e aquilo que os desejos dos outros fizeram de mim”. Freqüentemente as escolas esmagam os desejos das crianças com os desejos dos outros que lhes são impostos. O programa da escola, aquela série de saberes que as professoras tentam ensinar, representa os desejos de um outro que não a criança. Talvez de um burocrata que pouco entende dos desejos das crianças. É preciso que as escolas ensinem as crianças a tomarem consciência dos seus sonhos! A segunda tarefa da educação é ensinar a conviver. A vida é convivência com uma fantástica variedade de seres: seres humanos — velhos, adultos, crianças — , das mais variadas raças, das mais variadas culturas, das mais variadas línguas; animais; plantas; estrelas... Conviver é viver bem em meio a essa diversidade. E parte dessa diversidade são as pessoas portadoras de alguma deficiência ou diferença. Elas fazem parte do nosso mundo. Elas têm o direito de estar aqui. Elas têm o direito à felicidade. Sugiro que vocês leiam um livrinho que escrevi para crianças, faz muito tempo: Como nasceu a alegria. É sobre uma flor num jardim de flores maravilhosas que, ao desabrochar, teve uma de suas pétalas cortada por um espinho. Se o seu filho ou a sua filha não aprender a conviver com a diferença, com os portadores de deficiência, e a ser seus companheiros e amigos, garanto-lhes: eles serão pessoas empobrecidas e vazias de sentimentos nobres. Assim, de que vale passar no vestibular? Li, numa cartilha de curso primário, a seguinte história:

Viviam juntos o pai, a mãe, um filho de cinco anos e o avô, velhinho, vista curta, mãos trêmulas.
Às refeições, por causa de suas mãos fracas e trêmulas, ele começou a deixar cair peças de porcelana em que a comida era servida. A mãe ficou muito aborrecida com isso, porque ela gostava muito do seu jogo de porcelana. Assim, discretamente, disse ao marido: “Seu pai não está mais em condições de usar pratos de porcelana. Veja quantos ele já quebrou! Isso precisa parar...”. O marido, triste com a condição do seu pai, mas, ao mesmo tempo, sem desejar contrariar a mulher, resolveu tomar uma providência que resolveria a situação. Foi a uma feira de artesanato e comprou uma gamela de madeira e talheres de bambu para substituir a porcelana. Na primeira refeição em que o avô comeu na gamela de madeira com garfo e colher de bambu, o netinho estranhou. O pai explicou, e o menino se calou. A partir desse dia, ele começou a manifestar um interesse por artesanato que não tinha antes. Passava o dia tentando fazer um buraco no meio de uma peça de madeira com um martelo e um formão. O pai, entusiasmado com a revelação da vocação artística do filho, lhe perguntou: “O que é que você está fazendo, filhinho?” O menino, sem tirar os olhos da madeira, respondeu: “Estou fazendo uma gamela para quando você ficar velho...”

Pois é isso que pode acontecer: se os seus filhos não aprenderem a conviver numa boa com crianças e adolescentes portadores de deficiências, eles não saberão conviver com vocês quando vocês ficarem deficientes. Para poupar trabalho ao seu filho ou a sua filha, sugiro que visitem uma feira de artesanato. Lá encontrarão maravilhosas peças de madeira...
ALVES, Rubem. Conversas sobre educação. Campinas: Versus, 2003. p. 11-16.