quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

História dos Números...

Salvei estas gravuras no meu computador, em seguida passei para um cd utilizando o Nero, e dei para meus filhos assistirem no DVD. Eles amaram, acharam muito engraçado. Ficou legal!! Vou utilizar na próxima "Hora do Conto" na Uneb, dia 26/02 em forma de slide.

















Fonte: http://picasaweb.google.com/procristal

Projeto institucional - Brincar é explorar

Enquanto nos jogos simbólicos a criança viaja no faz-de-conta, assumindo o papel de herói, professor, astronauta e todos os outros que a imaginação mandar, nos jogos de regras ela toma contato com o cumprimento de normas, o que exige concentração, raciocínio e uma dose de sorte. As duas modalidades, entretanto, convivem com um estágio anterior: o dos jogos de exercício.


GARRAFAS COLORIDAS

Para que servem Recipientes preenchidos com diferentes materiais (líquidos, grãos, areia etc.) ajudam as crianças a perceber diferenças de forma, peso, cor e som.

Brinquedos de encaixar, montar, lançar, rebater, chacoalhar, empilhar... As possibilidades são muitas. "Interagindo com eles, as crianças percebem a função e as propriedades dos objetos: quais deles se movem, quais fazem barulho, os f lexíveis, os rígidos, os pequenos, os grandes, os coloridos e assim por diante", explica Adriana Klisys, consultora em Educação Infantil.


JOGOS DE ENCAIXAR

Para que servem As peças podem ser empilhadas, montadas e encaixadas, criando novos formatos. Permitem aos pequenos testar seus limites e descobrir o que podem fazer com elas.

Os pequenos entendem as ligações entre suas ações e o resultado que elas provocam - ou seja, têm um primeiro contato com a noção de causa e conseqüência. Mas a compreensão leva tempo e depende da repetição. Quando um bebê mexe em um chocalho pela primeira vez, leva um susto e não entende de onde veio o barulho que escutou. Só depois de balançá-lo várias vezes, associa o som ao movimento que ele mesmo fez. É interessante notar que as crianças se apropriam dos jogos de exercício de formas diferentes, obecedendo a uma gama de comportamentos geralmente relacionados à faixa de idade. Enquanto bebês se entretêm com a exploração de texturas, formas, cheiros e cores, crianças de 2 e 3 anos já conseguem conceber novas funções para os objetos por meio da experimentação. É possível observar, por exemplo, turmas que montam torres para ver até onde chegam sem cair, depois as desmontam e as reconstroem.


BOLAS

Para que servem Favorecem uma grande variedade de movimentos e interações: chutar e acertar em minicestas ou na boca do palhaço, lançar e recebê-las de amigos ou do professor.


Garantir a variedade de materiais

Para potencializar a atividade, deve-se escolher brinquedos que estimulem os sentidos e o movimento - quanto mais variadas as cores, texturas, materiais e os estímulos que eles permitirem, melhor. As ressalvas de segurança são assegurar que as peças tenham tamanho maior que o da boca do bebê aberta e sejam feitos com tinta atóxica e não solúvel.

INSTRUMENTOS MUSICAIS

Para que servem Chocalhos, pandeiros, xilofones e tambores com baquetas de ponta arredondada levam as crianças a descobrir a relação entre os sons e os movimentos que elas mesmas produzem.

Outro ponto essencial para desenvolver esse tipo de atividade é a organização do espaço. Uma preocupação que deve estar sempre presente é garantir que os objetos escolhidos instiguem, de fato, a curiosidade da turminha. "Os pequenos são os maiores juízes desse processo. Basta que o professor esteja atento, por exemplo, aos cantos de brinquedos aonde ninguém vai e substituí-los por outros mais interessantes", diz Roselene Crepaldi, que trabalhou no Laboratório de Brinquedos e Materiais Pedagógicos da Universidade de São Paulo.

Favorecer o deslocamento
Outro cuidado é fazer com que esses ambientes sejam integrados, permitindo o deslocamento das crianças - e, se possível, surpreendendo-as. Na Creche Carochinha, da Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, entre dois cantos diferentes, há cortinas de náilon produzidas na própria creche. "Além de tornar o ambiente mais agradável, as cortinas promovem o toque e a percepção dos sons. Acabam funcionando como um jogo a mais", conta a diretora, Regina Célia da Silva Marques Teles.


ROLOS DE ESPUMA

Para que servem Funcionam como apoio para os pequenos firmarem o tronco e começarem a treinar o equilíbrio do corpo. Almofadas, bolas e colchões também podem ser usados com a mesma função.

FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0218/aberto/brincar-conhecer-404057.shtml



ATIVIDADES PARA COLORIR





















terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Para Pais e Educadores


Quando você pensava que eu não estava olhando,

eu vi você pegar meu desenho e prendê-lo na geladeira e, imediatamente, tive vontade de lhe fazer outro.
Eu vi você dar comida a um gato de rua e aprendi que devemos tratar bem os animais.
Eu vi você fazer meu bolo favorito e aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais.
Eu percebi você me dando um beijo de boa noite e me senti amada e segura.
Eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e aprendi que temos que cuidar daquilo que gostamos.
Eu vi você cumprir com todas as suas responsabilidades e aprendi que tinha que ser responsável quando crescesse.
Eu vi você cuidando do vovô e aprendi que devemos tratar bem aqueles que nos cuidaram na infância.
Eu aprendi a maior parte das lições que eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva, quando você pensava que eu não estava olhando.

As pessoas estão sempre aprendendo com o que fazemos, mais do que com o que falamos. Nossas ações produzem lições mais efetivas do que palavras vazias, jogadas ao vento.

Piaget disse: “O pensamento deve se desenvolver através de ações e não de palavras”


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Verdades da Profissão de Professor




Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.

A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda. (Paulo Freire)

domingo, 15 de fevereiro de 2009

ROTINA...




















As rotinas ensinam à criança a noção da passagem do tempo e o que é esperado acontecer em cada altura do dia.

A importância da rotina para a criança

A rotina é fundamental, principalmente na vida da criança. Desde o seu nascimento, deve-se estabelecer horários determinados, principalmente no que se refere a alimentação, higiene (banho) e sono.

Na medida em que a criança cresce, suas responsabilidades e atividades também tendem a aumentar. E fica ainda mais necessário o estabelecimento e a manutenção da rotina.

A rotina representa segurança, pois é previsível não gerando ansiedade e/ou desorientação.

É importante que a criança mantenha uma rotina diária com hora para acordar, brincar, ver TV, alimentar-se,(...)
Quando for necessária a mudança desta rotina é importante que a criança seja informada, desde que não seja com grande antecedência, para não gerar expectativas, já que a criança pequena não possui noção de tempo pré-estabelecido, igual ao adulto. O ideal é, ao acordar, rever a rotina daquele dia. Se possível elaborar um mural com suas atividades. Ex.: horário de almoço e jantar, com o respectivo cardápio.

(...)No início, poderá ser difícil manter a rotina, mas a perseverança por parte dos pais e cuidadores contribuirá para a adaptação.

A rotina não deve ser vista como sendo rígida e estática. Ela deverá sim ter uma espinha dorsal, mas com mobilidade, quando necessário.

(...)A família deverá observar e manter a rotina de sábado, domingo e feriados.

A flexibilidade nas exceções é importante desde que não signifique burlar as regras, os combinados que deverão ser levados em conta na grande maioria do tempo.

No final do dia é adequado que os responsáveis revejam o dia junto com a criança. O que aconteceu no dia dela, se conseguiu manter a rotina. Se não, verificar o porquê e recapitular o que irá acontecer no dia seguinte.

A rotina bem estabelecida gera organização e segurança.

Raquel Caruso é fonoaudióloga, psicopedagoga e coordenadora da EDAC - Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico



sábado, 14 de fevereiro de 2009

Contando com as Joaninhas!

Encontrei esta linda sugestão no blog: http://baucolorido.blogspot.com/